A árvore da violência na consciência popular em Belém – PA

Árvore grande e frondosa de maus frutos. Símbolo de um crescimento econômico e urbano desigual, espresso espacialmente pela precarização das condições de vida e pela crescente informalização do espaço. Árvore plantada bem perto de casa, trazendo maus agouros, olvidados pelos processos de regulação social que não buscam garantir a reprodução pacífica da síntese social.
Como exterminar essa árvore maldita? Com inércia coletiva frente a ela, ou com maiores investimentos nas condições de trabalho das forças de Segurança Pública? Com insatisfação silenciosa, ou com capacitação de jovens para uma profissão digna?
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Uma resposta para “ A árvore da violência na consciência popular em Belém – PA ”

  1. Laís Moreira disse:

    Infelizmente a maioria trata esta árvore com a inércia coletiva citada acima. A população belenense não vê e também não procura soluções para a violência, e sim procura se adaptar a este inferno urbano em que vivemos amedrontados por situações de risco. As raízes desse processo estão na falta de investimentos do governo na educação e nas instituições responsáveis pelos jovens infratores. A realidade da violência e dos meninos de rua da cidade é “escondida” pelo governo, sem projetos e maiores preocupações. Muitos falam, mas nada é feito.
    Na ditadura todos lutaram para ter o direito de falar, e agora na democracia, podemos falar mas não somos ouvidos. E aí?

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