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	<title>Comentários para POEMA</title>
	<link>http://blog.poema.org.br</link>
	<description>Programa Pobreza e Meio Ambiente na Amazônia</description>
	<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 18:51:30 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>Comentário em O que o Brasil fará pelo meio ambiente? por NORMANDO N A T U R E Z A BRITO DANTAS</title>
		<link>http://blog.poema.org.br/2010/03/22/o-que-o-brasil-fara-pelo-meio-ambiente/#comment-592</link>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 17:34:57 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.poema.org.br/2010/03/22/o-que-o-brasil-fara-pelo-meio-ambiente/#comment-592</guid>
					<description>Em primeiro lugar, das medidas formuladas neste site, votei na que busca a conscientização junto aos governos estaduais e municipais, para a questão do desmatamento e a importância do plantio de árvores. Entretanto, posso afirmar que na atual conjuntura política, nenhuma medida será viabilizada se não for acompanhada de vontade e independência política dos nossos atuais ou futuros governantes. Portanto, cabe aos nossos eleitores, de uma forma consciente e responsável escolher os candidatos que realmente tenham compromissos com o bem comum - nesse caso mudaremos tudo - demonstrando propostas viáveis, sobretudo, que tenham um perfil de austeridade e respeito com o dinheiro público - ficha limpa. Sabemos de antemão, que a grande mudança desse País deve passar por uma reforma política, com a participação de toda a sociedade brasileira, e ai sim, não iremos correr o risco de depender apenas da fragilidade dos nossos eleitores - sem consciência de voto e de uma mentalidade democrática. Aproveito a oportunidade para revelar a satisfação de ter participado dessa enquete, que considero de suma importância para o bom debate em torno desses problemas, que vem agravando a cada dia o nosso planeta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em primeiro lugar, das medidas formuladas neste site, votei na que busca a conscientização junto aos governos estaduais e municipais, para a questão do desmatamento e a importância do plantio de árvores. Entretanto, posso afirmar que na atual conjuntura política, nenhuma medida será viabilizada se não for acompanhada de vontade e independência política dos nossos atuais ou futuros governantes. Portanto, cabe aos nossos eleitores, de uma forma consciente e responsável escolher os candidatos que realmente tenham compromissos com o bem comum - nesse caso mudaremos tudo - demonstrando propostas viáveis, sobretudo, que tenham um perfil de austeridade e respeito com o dinheiro público - ficha limpa. Sabemos de antemão, que a grande mudança desse País deve passar por uma reforma política, com a participação de toda a sociedade brasileira, e ai sim, não iremos correr o risco de depender apenas da fragilidade dos nossos eleitores - sem consciência de voto e de uma mentalidade democrática. Aproveito a oportunidade para revelar a satisfação de ter participado dessa enquete, que considero de suma importância para o bom debate em torno desses problemas, que vem agravando a cada dia o nosso planeta.
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Barbárie ou O Que? Sobre o Futuro da Espécie Humana no Século XXI por Madalena Silva</title>
		<link>http://blog.poema.org.br/2009/06/01/1%c2%ba-debate-poema/#comment-261</link>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 12:59:17 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.poema.org.br/2009/06/01/1%c2%ba-debate-poema/#comment-261</guid>
					<description>Estamos vivendo os sinais dos tempos, previstos por profetas bíblicos e místicos. Minha pergunta não seria "o que será da espécie humana no século XXI?", mas seria "o que será da vida neste século? Será que chegamos a este ponto por conta da barbárie ou seja lá o que for? Diria que por um acúmulo da fatores, evidenciados ou não pela ação humana.
O homem faz tudo aquilo que convém a sua capacidade de intelecto, posto que não há limites. Se sua ação é favorável à vida ou não, não significa que este vá parar por aqui. Esta que é a realidade. Seria impossível conceber um retrocesso da humanidade, muito embora seja imperativo para a continuação de sua existência. 
Em se tratando de humanidade, tudo avançou: a ciência, a tecnologia, a violência, a capacidade destrutiva, a poluicão, a densidade demográfica, etc. Todo este avanço vem acompanhado de um efeito colateral, estabelecido pela ordem natural enunciada pela lei da física de que "toda ação corresponde a uma reação, etc e tal".
Então, os cataclismas, as guerras, as cadeias, as epidemias, a violência urbana e rural, e outros "sinais", são elementos já estabelecidos sabe-se lá por quem, para que a Terra tenha um número "X" de vidas, afinal a Terra tem um tamanho fixo e se todo mundo viver muito, falo entre todas as espécies vivas, como a terra poderá dar alimento para um contingente tão alto, baseado em que as cadeias alimentares, via de regra, são quebradas, apresentando verdadeiras rupturas no seu sistema?
O homem, enquanto ser que pensa e que por isso se considera superior, com seus "ismos", com sua tecnologia, com sua capacidade de domínio sobre os outros seres, nada poderá fazer para evitar a ordem natural, posto que não atua a favor desta e sim a seu próprio favor, numa disputa eterna, existente em todas as espécies. O mais forte sempre prevalecerá sobre o mais fraco. Podemos até tentar alguma iniciativa pelo bem do clima, da natureza. Mas sabemos que estaremos sendo prolixos. A Natureza não age de acordo com a natureza humana e o homem não mudará agora sua própria natureza em favor da Natureza Maior. Não foi educado para isso, ao contrário, desde cedo, numa atitude ranhenta, arranca as folhas da Ordem Natural. Não se contenta em esperar que um outono as deixem cair flutuantes. E, então, começa a criar lendas, histórias, formas de pensar, advindas de seu próprio medo. Mas ele devia ter medo de si mesmo. Ele é inimigo dele mesmo.
Tudo isso parece louco. E é louco mesmo. O homem tem medo de amar, porque o homem tem medo de Deus por não conhecê-lo. Então segue com suas próprias medidas paliativas, que afinal de contas só causam sua própria destruição.
Amigos, não estou erguendo nenhuma bandeira, apenas apresentando uma evidência que todos podem perceber. Nós somos humanos, compomos a humanidade, gerenciamos nossos conflitos muitas vezes sem sentido, estudamos, não somos psicólogos, engenheiros, médicos, cientistas de qualquer área, apenas estudamos para isso. Quero dizer que somos humanidade, primeiramente e não primariamente. O que nosso conhecimento e experiência nos dão, não é o que somos. É só um acréscimo. 
Até que ponto o poder humano é considerado poder? O poder humano não é nada diante do poder da natureza. Vamos dar à Cesar o que dele é. Vamos ser mais simpáticos com nosso meio ambiente pois, caso contrário pagaremos em espécie o valor da nossa existência que já está sendo dizimada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos vivendo os sinais dos tempos, previstos por profetas bíblicos e místicos. Minha pergunta não seria &#8220;o que será da espécie humana no século XXI?&#8221;, mas seria &#8220;o que será da vida neste século? Será que chegamos a este ponto por conta da barbárie ou seja lá o que for? Diria que por um acúmulo da fatores, evidenciados ou não pela ação humana.<br />
O homem faz tudo aquilo que convém a sua capacidade de intelecto, posto que não há limites. Se sua ação é favorável à vida ou não, não significa que este vá parar por aqui. Esta que é a realidade. Seria impossível conceber um retrocesso da humanidade, muito embora seja imperativo para a continuação de sua existência.<br />
Em se tratando de humanidade, tudo avançou: a ciência, a tecnologia, a violência, a capacidade destrutiva, a poluicão, a densidade demográfica, etc. Todo este avanço vem acompanhado de um efeito colateral, estabelecido pela ordem natural enunciada pela lei da física de que &#8220;toda ação corresponde a uma reação, etc e tal&#8221;.<br />
Então, os cataclismas, as guerras, as cadeias, as epidemias, a violência urbana e rural, e outros &#8220;sinais&#8221;, são elementos já estabelecidos sabe-se lá por quem, para que a Terra tenha um número &#8220;X&#8221; de vidas, afinal a Terra tem um tamanho fixo e se todo mundo viver muito, falo entre todas as espécies vivas, como a terra poderá dar alimento para um contingente tão alto, baseado em que as cadeias alimentares, via de regra, são quebradas, apresentando verdadeiras rupturas no seu sistema?<br />
O homem, enquanto ser que pensa e que por isso se considera superior, com seus &#8220;ismos&#8221;, com sua tecnologia, com sua capacidade de domínio sobre os outros seres, nada poderá fazer para evitar a ordem natural, posto que não atua a favor desta e sim a seu próprio favor, numa disputa eterna, existente em todas as espécies. O mais forte sempre prevalecerá sobre o mais fraco. Podemos até tentar alguma iniciativa pelo bem do clima, da natureza. Mas sabemos que estaremos sendo prolixos. A Natureza não age de acordo com a natureza humana e o homem não mudará agora sua própria natureza em favor da Natureza Maior. Não foi educado para isso, ao contrário, desde cedo, numa atitude ranhenta, arranca as folhas da Ordem Natural. Não se contenta em esperar que um outono as deixem cair flutuantes. E, então, começa a criar lendas, histórias, formas de pensar, advindas de seu próprio medo. Mas ele devia ter medo de si mesmo. Ele é inimigo dele mesmo.<br />
Tudo isso parece louco. E é louco mesmo. O homem tem medo de amar, porque o homem tem medo de Deus por não conhecê-lo. Então segue com suas próprias medidas paliativas, que afinal de contas só causam sua própria destruição.<br />
Amigos, não estou erguendo nenhuma bandeira, apenas apresentando uma evidência que todos podem perceber. Nós somos humanos, compomos a humanidade, gerenciamos nossos conflitos muitas vezes sem sentido, estudamos, não somos psicólogos, engenheiros, médicos, cientistas de qualquer área, apenas estudamos para isso. Quero dizer que somos humanidade, primeiramente e não primariamente. O que nosso conhecimento e experiência nos dão, não é o que somos. É só um acréscimo.<br />
Até que ponto o poder humano é considerado poder? O poder humano não é nada diante do poder da natureza. Vamos dar à Cesar o que dele é. Vamos ser mais simpáticos com nosso meio ambiente pois, caso contrário pagaremos em espécie o valor da nossa existência que já está sendo dizimada.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Energia nuclear é uma boa solução para o Brasil (Nordeste)? por Negro Índio</title>
		<link>http://blog.poema.org.br/2010/01/08/energia-nuclear-e-uma-boa-solucao-para-o-brasil-nordeste/#comment-255</link>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 15:54:38 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.poema.org.br/2010/01/08/energia-nuclear-e-uma-boa-solucao-para-o-brasil-nordeste/#comment-255</guid>
					<description>Parece que não era intenção do Prof. Heitor, que os comentários sobre seu artigo transcorresse para o campo filosófico. Mas, como dizem, a filosofia é inerente ao ser. Mas será que é inerente à Energia Nuclear, também? Eu não sei. Sou apenas um leitor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que não era intenção do Prof. Heitor, que os comentários sobre seu artigo transcorresse para o campo filosófico. Mas, como dizem, a filosofia é inerente ao ser. Mas será que é inerente à Energia Nuclear, também? Eu não sei. Sou apenas um leitor.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Energia nuclear é uma boa solução para o Brasil (Nordeste)? por Milanca Mendes</title>
		<link>http://blog.poema.org.br/2010/01/08/energia-nuclear-e-uma-boa-solucao-para-o-brasil-nordeste/#comment-254</link>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 15:45:54 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.poema.org.br/2010/01/08/energia-nuclear-e-uma-boa-solucao-para-o-brasil-nordeste/#comment-254</guid>
					<description>Acho que devemos, sim, investir em tecnologias de ponta para o desenvolvimento desse país, pois não podemos perder o trem da história e ficar para trás. Está claro que existe um preço a pagar, porém para tudo se paga um preço. Acidentes, acontecem. Catástrofes, acontecem. Se não for de uma forma, será de outra. Cataclismas sempre existiram desde os primórdios deste planeta. Se tudo isso podesse ser evitado por conta da Ordem Natural, os dinossauros ainda existiriam.
No caso específico da energia nuclear, é tema muito obscuro para o censo comum, talvez por ser novo para nós e o novo sempre assusta, mas, garanto-lhes, ele sempre se estabelece, malgrado a intenção de quem queira evitá-lo. Quero dizer que o homem, enquanto este existir, estará tentando e testando sempre, a exemplo do criador da bomba de hidrogênio que matou milhares de pessoas, pelo cínico intuito de acabar com 2ª Guerra Mundial.
Se queremos evitar o novo perverso, devemos primeiro compreender a mente humana, pois esta é infernal. Filosofando: Se queres compreender o homem, entra no teu inferno particular: tua mente.
Interessante o artigo do Prof. Heitor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que devemos, sim, investir em tecnologias de ponta para o desenvolvimento desse país, pois não podemos perder o trem da história e ficar para trás. Está claro que existe um preço a pagar, porém para tudo se paga um preço. Acidentes, acontecem. Catástrofes, acontecem. Se não for de uma forma, será de outra. Cataclismas sempre existiram desde os primórdios deste planeta. Se tudo isso podesse ser evitado por conta da Ordem Natural, os dinossauros ainda existiriam.<br />
No caso específico da energia nuclear, é tema muito obscuro para o censo comum, talvez por ser novo para nós e o novo sempre assusta, mas, garanto-lhes, ele sempre se estabelece, malgrado a intenção de quem queira evitá-lo. Quero dizer que o homem, enquanto este existir, estará tentando e testando sempre, a exemplo do criador da bomba de hidrogênio que matou milhares de pessoas, pelo cínico intuito de acabar com 2ª Guerra Mundial.<br />
Se queremos evitar o novo perverso, devemos primeiro compreender a mente humana, pois esta é infernal. Filosofando: Se queres compreender o homem, entra no teu inferno particular: tua mente.<br />
Interessante o artigo do Prof. Heitor.
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Pergunta da semana. por Christiano Castro</title>
		<link>http://blog.poema.org.br/2010/01/13/pergunta-da-semana/#comment-253</link>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 14:57:25 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.poema.org.br/2010/01/13/pergunta-da-semana/#comment-253</guid>
					<description>Pela segunda vez participo dos blogs do POEMA, não sei se para "alfinetar" ou se para concordar com o que dizem por aqui. Mas de qualquer forma, é minha opinião, que não é "fechada", pode mudar, sim. Mas, por favor, me convençam, amigos.
Caro Pedro Monte, se gostar do que é ilegal, imoral ou engorda é bom para você, pense porém, que não pode ser tão bom vizualizando o amplexo. Faça o que gosta, não abra mão de seus hábitos, mas pense um pouco na vila global da qual você é agente de tranformação, tanto para o bem quanto para o mal.
Até concordo com você sobre um "churrasquinho", desde que não seja de gato. Mas tente diminuir de forma considerável. Ao menos vamos fazer o mínimo pelo bem do nosso clima?
Lembre-se que depois de você virão outras gerações, portanto não carregue em sua vida após a morte (se houver) o ônus de ter contribuído para a destruição do nosso já bagunçado planeta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pela segunda vez participo dos blogs do POEMA, não sei se para &#8220;alfinetar&#8221; ou se para concordar com o que dizem por aqui. Mas de qualquer forma, é minha opinião, que não é &#8220;fechada&#8221;, pode mudar, sim. Mas, por favor, me convençam, amigos.<br />
Caro Pedro Monte, se gostar do que é ilegal, imoral ou engorda é bom para você, pense porém, que não pode ser tão bom vizualizando o amplexo. Faça o que gosta, não abra mão de seus hábitos, mas pense um pouco na vila global da qual você é agente de tranformação, tanto para o bem quanto para o mal.<br />
Até concordo com você sobre um &#8220;churrasquinho&#8221;, desde que não seja de gato. Mas tente diminuir de forma considerável. Ao menos vamos fazer o mínimo pelo bem do nosso clima?<br />
Lembre-se que depois de você virão outras gerações, portanto não carregue em sua vida após a morte (se houver) o ônus de ter contribuído para a destruição do nosso já bagunçado planeta.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Pergunta da semana. por Pedro Paulo Monte</title>
		<link>http://blog.poema.org.br/2010/01/13/pergunta-da-semana/#comment-252</link>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 12:53:17 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.poema.org.br/2010/01/13/pergunta-da-semana/#comment-252</guid>
					<description>É muito difícil romper hábitos. Muitas vezes a ruptura nos angustia. Pode ser mais fácil, na minha opinião, reduzir o consumo, porém abolir por completo é complicado. Estamos habituados ao consumo de proteína animal e creio que a abstinência total causaria efeitos negativos no organismo. A exemplo do que digo, cito uma pessoa que eliminou de sua vida o consumo de carne animal animal e, devo dizer, essa pessoa emagreceu muito, sua pele ficou como que sem vida, embora jovem.
Acredito que o ideal seja o equilíbrio alimentar, não exagerar em nada. Se esse equilíbrio faz mal ao clima, que tal pensarmos em outras formas de preservação mais significativas, posto que não convém cobrir um santo a descobrir outro? Penso: "será que vale a pena arcar com o ônus da cultura poluidora da humanidade, com meu próprio organismo?" isso, para mim, seria auto-punição. 
Os eco-chatos de plantão que me perdoem, ou não me levem a sério porque, na verdade, o que gosto mesmo é de um delicioso churrasco, faz parte da minha cadeia alimentar. Agora, se for para participar de um movimento para substituir o plástico sintético pelo bio-degradável, então me convidem, mas não esqueçam de me convidar também para "aquele" churrasco.
Agora, podem me levar a sério, pode ser que um dia a humanidade pare de querer tudo aquilo que é ilegal, imoral, ou engorda, mas pode ser que não. A tecnologia está tão avançada que, tenho certeza, encontraremos formas alternativas de usufruirmos daquilo que gostamos sem causar tanto dano ao clima. Essas formas alternativas já existem, tipo, energia solar, etc, mas falta maior investimento.
Despeço-me, informando que sou assíduo leitor das matérias e artigos postados neste site.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É muito difícil romper hábitos. Muitas vezes a ruptura nos angustia. Pode ser mais fácil, na minha opinião, reduzir o consumo, porém abolir por completo é complicado. Estamos habituados ao consumo de proteína animal e creio que a abstinência total causaria efeitos negativos no organismo. A exemplo do que digo, cito uma pessoa que eliminou de sua vida o consumo de carne animal animal e, devo dizer, essa pessoa emagreceu muito, sua pele ficou como que sem vida, embora jovem.<br />
Acredito que o ideal seja o equilíbrio alimentar, não exagerar em nada. Se esse equilíbrio faz mal ao clima, que tal pensarmos em outras formas de preservação mais significativas, posto que não convém cobrir um santo a descobrir outro? Penso: &#8220;será que vale a pena arcar com o ônus da cultura poluidora da humanidade, com meu próprio organismo?&#8221; isso, para mim, seria auto-punição.<br />
Os eco-chatos de plantão que me perdoem, ou não me levem a sério porque, na verdade, o que gosto mesmo é de um delicioso churrasco, faz parte da minha cadeia alimentar. Agora, se for para participar de um movimento para substituir o plástico sintético pelo bio-degradável, então me convidem, mas não esqueçam de me convidar também para &#8220;aquele&#8221; churrasco.<br />
Agora, podem me levar a sério, pode ser que um dia a humanidade pare de querer tudo aquilo que é ilegal, imoral, ou engorda, mas pode ser que não. A tecnologia está tão avançada que, tenho certeza, encontraremos formas alternativas de usufruirmos daquilo que gostamos sem causar tanto dano ao clima. Essas formas alternativas já existem, tipo, energia solar, etc, mas falta maior investimento.<br />
Despeço-me, informando que sou assíduo leitor das matérias e artigos postados neste site.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Energia nuclear é uma boa solução para o Brasil (Nordeste)? por Michely Ker Stoffel</title>
		<link>http://blog.poema.org.br/2010/01/08/energia-nuclear-e-uma-boa-solucao-para-o-brasil-nordeste/#comment-241</link>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 14:18:17 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.poema.org.br/2010/01/08/energia-nuclear-e-uma-boa-solucao-para-o-brasil-nordeste/#comment-241</guid>
					<description>Considerando o que diz o Prof. Heitor em relação à energia nuclear no Brasil, que esta causará um verdadeiro rombo nos cofres públicos (grosso modo), penso também que esta deve ficar para "escanteio", pois o dinheiro público deve ser investido em algo que valha realmente à pena, em educação por exemplo. Afinal para que queremos energia nuclear no Brasil? Só para inglês ver? Ou seja, para posarmos de desenvolvidos?
Precisamos sim, ver nossas prioridades, resolver nossos problemas mais prementes e mais sérios e não trazer mais demandas que além de poluir mais, gastar o nosso rico dinheirinho, ainda correremos o risco de sermos ludibriados com a superfaturação em cima de um trabalho dessa natureza. 
Quero dizer que não adianta a pose. Antes, temos que educar nosso povo, acabar com a violência, exigir do Estado funções que são inerentes a ele, pois não adianta falar de crescimento econômico se este não é repassado à população brasileira em forma de ações que melhorem a qualidade de vida do povo, principalmente das regiões mais empobrecidas como norte e nordeste. Quero dizer que sem educação não há desenvolvimento que se sustente. Ainda mais agora, com todas essas mudanças climáticas, com tantas cidades alagadas, terremotos e outros cataclismas, devemos resolver primeiro os problemas que esses desastres causam.
Quanto a energia nuclear, nossa conta de luz já é alta o bastante, ainda mais com o calor insuportável dos últimos tempos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Considerando o que diz o Prof. Heitor em relação à energia nuclear no Brasil, que esta causará um verdadeiro rombo nos cofres públicos (grosso modo), penso também que esta deve ficar para &#8220;escanteio&#8221;, pois o dinheiro público deve ser investido em algo que valha realmente à pena, em educação por exemplo. Afinal para que queremos energia nuclear no Brasil? Só para inglês ver? Ou seja, para posarmos de desenvolvidos?<br />
Precisamos sim, ver nossas prioridades, resolver nossos problemas mais prementes e mais sérios e não trazer mais demandas que além de poluir mais, gastar o nosso rico dinheirinho, ainda correremos o risco de sermos ludibriados com a superfaturação em cima de um trabalho dessa natureza.<br />
Quero dizer que não adianta a pose. Antes, temos que educar nosso povo, acabar com a violência, exigir do Estado funções que são inerentes a ele, pois não adianta falar de crescimento econômico se este não é repassado à população brasileira em forma de ações que melhorem a qualidade de vida do povo, principalmente das regiões mais empobrecidas como norte e nordeste. Quero dizer que sem educação não há desenvolvimento que se sustente. Ainda mais agora, com todas essas mudanças climáticas, com tantas cidades alagadas, terremotos e outros cataclismas, devemos resolver primeiro os problemas que esses desastres causam.<br />
Quanto a energia nuclear, nossa conta de luz já é alta o bastante, ainda mais com o calor insuportável dos últimos tempos.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em A árvore da violência na consciência popular em Belém – PA por Laís Moreira</title>
		<link>http://blog.poema.org.br/2009/11/10/a-arvore-da-violencia-na-consciencia-popular-em-belem-%e2%80%93-pa/#comment-121</link>
		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 16:38:54 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.poema.org.br/2009/11/10/a-arvore-da-violencia-na-consciencia-popular-em-belem-%e2%80%93-pa/#comment-121</guid>
					<description>Infelizmente a maioria trata esta árvore com a inércia coletiva citada acima. A população belenense não vê e também não procura soluções para a violência, e sim procura se adaptar a este inferno urbano em que vivemos amedrontados por situações de risco. As raízes desse processo estão na falta de investimentos do governo na educação e nas instituições responsáveis pelos jovens infratores. A realidade da violência e dos meninos de rua da cidade é "escondida" pelo governo, sem projetos e maiores preocupações. Muitos falam, mas nada é feito.
Na ditadura todos lutaram para ter o direito de falar, e agora na democracia, podemos falar mas não somos ouvidos. E aí?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente a maioria trata esta árvore com a inércia coletiva citada acima. A população belenense não vê e também não procura soluções para a violência, e sim procura se adaptar a este inferno urbano em que vivemos amedrontados por situações de risco. As raízes desse processo estão na falta de investimentos do governo na educação e nas instituições responsáveis pelos jovens infratores. A realidade da violência e dos meninos de rua da cidade é &#8220;escondida&#8221; pelo governo, sem projetos e maiores preocupações. Muitos falam, mas nada é feito.<br />
Na ditadura todos lutaram para ter o direito de falar, e agora na democracia, podemos falar mas não somos ouvidos. E aí?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em .: Blog Interativo: “O Desafio do Desenvolvimento Local para a pequena produção rural” :. por Adelaide</title>
		<link>http://blog.poema.org.br/2009/10/02/%e2%80%9co-desafio-do-desenvolvimento-local-para-a-pequena-producao-rural%e2%80%9d/#comment-58</link>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:07:44 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.poema.org.br/2009/10/02/%e2%80%9co-desafio-do-desenvolvimento-local-para-a-pequena-producao-rural%e2%80%9d/#comment-58</guid>
					<description>Duiliana, somos da Assessoria de Imprensa do POEMA. Participe quantas vezes quiser. Teremos o maior prazer em editar sua opinião sobre o assunto. Saiba que não vamos parar por aqui, pois surgirão em breve outros temas, os quais você também pode  propor, pois o espaço é democrático.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Duiliana, somos da Assessoria de Imprensa do POEMA. Participe quantas vezes quiser. Teremos o maior prazer em editar sua opinião sobre o assunto. Saiba que não vamos parar por aqui, pois surgirão em breve outros temas, os quais você também pode  propor, pois o espaço é democrático.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em .: Blog Interativo: “O Desafio do Desenvolvimento Local para a pequena produção rural” :. por Ana lucia alves da costa</title>
		<link>http://blog.poema.org.br/2009/10/02/%e2%80%9co-desafio-do-desenvolvimento-local-para-a-pequena-producao-rural%e2%80%9d/#comment-48</link>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 15:42:59 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.poema.org.br/2009/10/02/%e2%80%9co-desafio-do-desenvolvimento-local-para-a-pequena-producao-rural%e2%80%9d/#comment-48</guid>
					<description>adorei simplismente amei o texto ta legal!!!!
bay lú!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>adorei simplismente amei o texto ta legal!!!!<br />
bay lú!!!!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
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